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Doutrina

O SIMBOLISMO DO VESTUÁRIO

É cediço que no princípio, "Criou, pois, Deus o homem à sua imagem, Á imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou" Gênesis 1:27. "E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se arrasta sobre a terra" Gênesis 1:26. Deus criou o homem sua imagem conforme sua semelhança. Era a semelhança de Deus no sentido de ser dotado da natureza divina do Criador, Adão gozava do esplendor da glória de Deus em caráter, virtude e amor. Segundo relatos da irmã White, que diz:

O primeiro Adão foi criado um ser puro, inocente, sem uma mancha de pecado sobre si, ele era a imagem de Deus.
Ellen G. White, SDABC, Vol 5, pág 1.128 (Carta a Baker, 1895)

Adão e Eva não conheciam o pecado, estavam vestidos com as vestes da justiça de Deus, que lhe proporcionava perfeição. No entanto, a concepção do pecado lhe subtraiu as vestes confeccionadas nos teares celestiais e veio a conhecer as fraquezas humanas, o pecado original que nos separa de Deus, gerando frutos de rebelião e transgressão da lei de Deus. Nos ditos da irmã White.

Era possível a Adão, antes da queda, formar um caráter justo pela obediência à lei de Deus. Mas deixou de o fazer e, devido ao seu pecado, nossa natureza se acha decaída, e não podemos tornar-nos justos. Visto como somos pecaminosos, profanos, não podemos obedecer perfeitamente a uma lei santa. Não possuímos justiça em nós mesmos com a qual pudéssemos satisfazer às exigências da lei de Deus.
Ellen G. White, Caminho a Cristo, pág 62

O pecado, trouxe uma mudança drástica na vida do casal edênico e seus futuros descendentes. Adão e Eva foram cometidos por uma natureza nova, pecaminosa, auto satisfativa, egoísta e rebelde (o pecado original), o homem deixou de ser o templo do Espírito de Deus, foi retirada à natureza divina que o tornava santo e semelhante ao Criador. O homem conheceu e passou a viver na iniquidade, e são exatamente "as vossas iniquidades que fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados esconderam o seu rosto de vós de modo que não vos ouça" Isaías 59:2. Com a natureza pecaminosa, ou seja, o pecado original comandando nossos sentimentos e a razão, houve separação, e Deus não podia mais habitar em nosso coração, nem falar face a face com o homem, o templo do Espírito Santo estava ocupado, manchado pelo pecado. Agora, Adão e Eva não tinham mais prazer em obedecer e satisfazer a vontade de Deus por amor, mas, satisfazer sua própria vontade.

Devido ao pecado, a humanidade cessou de ser o templo de Deus. Obscurecido e contaminado pelo pecado, o coração do homem não mais revelava a glória da Divindade.
Ellen G. White, O Desejado de todas as Nações, pag 161

Perderam a natureza divina e passamos a ser "todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo de imundícia, todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniquidades como um vento nos arrebatam" Isaías 64:6. E tudo isto "Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus" Romanos 3:23.

Nos encimados textos, aprendemos que somos imundos para Deus, porque perdemos sua glória, sua natureza divina, no entanto, não precisamos desesperar, em Caminho a Cristo, pág 62 a irmã White nos concede alento quando diz que "Cristo nos proveu um meio de escape". O meio de escape foi a concepção do Plano de redenção.

Adão e Eva, ao serem criados, tinham conhecimento da lei de Deus; estavam familiarizados com os reclamos da mesma relativamente a si; seus preceitos estavam escritos em seu coração. Quando o homem caiu pela transgressão, a lei não foi mudada, mas estabelecido um plano que remediasse a situação trazendo novamente o homem à obediência.
Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, pág 377

O centro do Plano de Redenção é Cristo que tem papel preeminente, nos reconciliar com Deus, retirando nossa natureza pecaminosa nos emprestando sua natureza divina. Segundo nos relata a irmã White:

Cristo trouxe sua divindade à terra, velada pela humanidade, para resgatar o homem de sua condição perdida. A natureza humana é vil, e o caráter do homem deve ser transformado antes que possa harmonizar-se com o puro e santo no reino imortal de Deus. Essa transformação é o novo nascimento.
Ellen G. White, Signs of the Times, 05/11/1883

Afinal, o que tudo isto tem a ver com vestuário? Para responder a essa pergunta se faz mister perguntar, Como Adão e Eva se vestiam antes do pecado? Será que estavam despidos, não tinham roupas nenhuma? Isto é o que todos dizem, que Adão e Eva estavam completamente nus e não reconheciam sua nudez porque não tinham maldade.
Mas isto é um engano, embora a Bíblia diga: "Ora, um e outro, o homem e a mulher, estavam nus e não se envergonhavam" Gênesis 2:25. Observe, que antes do pecado Adão e Eva não tinham necessidade de usar roupas artificiais como as nossas de tecidos, que são símbolos, todavia, não estavam nus, como muitos pensam, estavam vestidos com que? A própria Escritura responde: "Bendizei, ó minha alma, ao Senhor! Senhor Deus meu, Tu és magnificentíssimo; está vestido de glória e majestade. Ele se cobre de luz como de um vestido, estende os céus como de uma cortina" Salmos 104:1-2. As vestimentas confeccionadas nos teares celestiais são de luz e Glória do Altíssimo, veja que o Senhor os cobriu com uma vestimenta de luz, tal como veste os anjos, representando a natureza divina que os motivava, na mesma esteira são ensinamentos da irmã White.

Esse casal, que não tinha pecados, não fazia uso de vestes artificiais; estavam revestidos de uma cobertura de luz e glória, tal como a usam os anjos. Enquanto viveram em obediência a Deus, esta veste de luz continuou a envolvê-los.
Ellen G. White, 1989, Patriarcas e Profetas, pág 29

Vislumbra-se, que a luz da glória do Altíssimo ou sua natureza divina os envolveu conservando-os puros e santos, enquanto estivessem acobertados por essa luz estariam protegidos, amariam e obedeceriam o Criador. Sabendo disso, Satanás maquinou derrubar o santo casal com a esperança de Deus perdoar e ele próprio, pensava na possibilidade de ser beneficiado pelo perdão concedido por Deus a Adão e Eva. Então Satanás envenenou o coração de Eva, induzindo-a a comer do fruto, dizia que eles seriam iguais a Deus, e ofereceu o fruto, "vendo a mulher que a árvore era boa para comer, agradável aos olhos e árvore desejável para dar entendimento, tomou-lhe do fruto e comeu e deu também ao marido, e ele comeu. Abriram-se, então, os olhos de ambos; e percebendo que estavam nus, coseram folhas de figueiras e fizeram cintas para si" Gênesis 3:6-7.

Abriram-se os olhos de ambos, viram que estavam nus e coseram folhas de figueiras para se cobrir, leia-se, perderam a natureza divina, e passaram a conviver com a natureza pecaminosa, o pecado original, um sentimento de autossatisfação, rebelde e egoísta, a dúvida que Satanás semeou no coração de Eva floresceu e concebeu o pecado original, agora o santo casal pertencia a Satanás e não a Deus. Ao perderam a natureza divina, conheceram não só o bem, mas, o mal, o homem tornou-se propenso para o mal. A luz que cobria Adão e Eva, era a justiça ou natureza divina, e esta foi retirada, então os olhos de Adão e Eva se abriram para o mal e perceberam que estava nu. "E chamou o Senhor Deus ao homem e lhe perguntou: Onde estás? Ele respondeu: Ouvi a tua voz no jardim, e, porque estava nu, tive medo, e me escondi" Genesis 3:9-10. Adão escondeu-se de Deus quando foi despido da natureza divina, porque a natureza pecaminosa o dominava, e Deus não suporta essa natureza. Adão não pode mais ver a face de Deus, porque a glória da natureza divina aniquila a natureza pecaminosa e seu possuidor, agora, Adão e Eva só conseguiam ouvir a voz de Deus, por isso teve medo.

A veste de luz que os rodeara, agora desapareceu. Sob um senso de culpa e a perda de sua divina cobertura, um tremor tomou posse deles, e procuraram cobrir suas formas expostas.
Ellen G. White, História da Redenção, pág 37

O que fez Deus para cobri-los? "Fez o Senhor Deus vestimenta de peles para Adão e sua mulher e os vestiu" Genesis 3:21. Tinha um simbolismo nessas vestes? Com certeza. Perderam as vestes de luz de glória do altíssimo. As vestes artificiais de peles recebidas por este casal são símbolos da justiça de Cristo que perderam, com a qual ele cobrirá todo contrito, cujos pecadores são perdoados. Agora é necessário nascer de novo, vimos nos escritos da lavra de White, que a transformação ou troca de natureza pecaminosa pela natureza divina de Cristo é o novo nascimento, objetivo precípuo do Plano de Redenção. Quando submetemos nossa vontade, escrava do pecado, ao controle de Cristo, ele produz dentro do cristão caráter e vida similares a si mesmo. É assim que pecadores nascem de novo. Assim, nossos pecados são atribuídos a Cristo como se fosse dele, a sua justiça é atribuída a nós. As vestes que Deus fez e deu a Adão após o pecado simbolizam a natureza divina perdida, é preciso que o cordeiro vicariante restitua a natureza perdida, esta é a única forma de contemplarmos a face de Deus e viver. Por isso o povo de Deus não podia vestir roupas de lã e linho. "Não te vestirá de estofo de lã e linho juntamente" Deuteronômio 22:11.

O Novo Testamento vai esclarecer o simbolismo desta passagem, o que representa o linho, "E foi-lhe dado que se vestisse de linho fino, puro e resplandecente; porque o linho fino são a justiça dos santos" Apocalipse 19:8. E o profeta Isaías aponta o significado da lã. "Pois todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo de imundícia; e todos nós murchamos como folha, e as nossas iniquidades, como vento, nos arrebatam" Isaías 64:6. De acordo com o Plano de Redenção, Cristo vai resgatar os pecadores reconciliando-os com o Criador, e a única maneira de fazer isso é trocando a natureza pecaminosa (lã) pela natureza divina (linho). Observe que nem Moisés pode ver a face de Deus, mesmo Moisés recebendo bastante natureza divina ainda conservava a natureza pecaminosa, que será removida quando recebermos a justiça eterna, se Moisés contemplasse a face de Deus seria fulminado pela glória do Criador que não suporta a natureza pecaminosa. Uzá foi fulminado quando tocou a Arca da Aliança, por causa de sua natureza pecaminosa, que conforme diz Isaías faz separação entre Deus e o homem. Quando Cristo nos vestir da justiça eterna, cujo símbolo é o vestuário, teremos natureza divina de novo e podemos ver Deus face a face, a natureza de Deus será a mesma que ostentamos, por isso não seremos fulminados, mas, reconciliados.

Observa-se, que estas passagens mostram duas naturezas, a divina de Cristo ou justiça dos santos, representada pelo linho, ao passo, que a lã é prefigurada pela justiça própria, natureza pecaminosa herdada de Adão. A busca da perfeição ou santificação pelo esforço próprio, sem Cristo, denota que o pecado original não foi removido, não importa o tamanho do esforço humano para se purificar, alguns entendem que a perfeição se traduz em vestir roupa só de uma cor, mas, para Deus é trapo de imundice, por isso Cristo nos ensinou: "Ninguém tira pedaço de veste nova e o põe na veste velha; pois que rasgará o novo e o remendo não se ajustará à velha" Lucas 5:36.

O Salvador ensina de forma cristalina, que não podemos remendar nossos trapos imundo da justiça própria com a justiça de Cristo, as duas naturezas não se misturam, Cristo precisa trocar a natureza pecaminosa com a sua, para no reconciliar com Deus. Haja vista, que a natureza pecaminosa (pecado original nos separa de Deus Isaias 59:2).
Vejam, que vestes simbolizam a justiça de Jesus que um dia será restituída, razão pela qual os Hebreus não podiam vestir roupas de lã e linho. O preceito do vestuário tinha por objetivo lembrar os Hebreus da necessidade da natureza divina do Messias e do dever da obediência aos mandamentos de Deus motivado pelo amor divino. Sem a natureza de Cristo imputada em nossos corações não somos capazes de obedecer à coisa alguma, só conseguiremos alimentar nossas paixões carnais, uns de forma explícitas outros de forma velada.

Está evidente, que as vestes usadas pela igreja de Deus são símbolos da justiça de Cristo, com a qual ele cobrirá todo contrito, cujos pecados são perdoados, "Regozijar-me-ei muito no Senhor, a minha alma se alegrará no meu Deus, porque me vestiu de vestes de salvação, cobriu-me com o manto de justiça, como noivo que se adorna com uma grinalda, e como noiva que se enfeita com suas joias" Isaías 61:10.

Antes do pecado o homem se cobria com uma veste de luz e glória, perdida esta veste, o plano de redenção foi estabelecido para resgatar o pecador penitente ao aprisco das ovelhas de Cristo. Deus designou que nossas vestes fossem uma lembrança da veste celestial, natureza divina, com que ele finalmente cobrirá os remidos, cumprido sua promessa: "O que vencer será vestido de vestes brancas, e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida; e confessarei o seu nome diante do meu pai e diante dos seus anjos" Apocalipse 3:5.

Para afastar qualquer resquício de dúvidas, acerca do tema, ou seja, que o vestuário representa a natureza divina de Cristo, vamos sedimentar este entendimento com um Assim diz o Senhor. Os judeus não misturavam a lã com o linho, porque sabiam o que representavam.

Os israelitas que conscienciosamente recusassem misturar lã e linho em suas vestes diárias, e visem nisso a lição que Deus designou ensinar-lhes, também se afastariam do pecado. Todo o seu vestuário, feito de apenas uma qualidade de tecido, continuamente os lembrava da veste perfeita da justiça de Cristo concedida aos fiéis.
HASKELL, Stephen N. A Cruz e sua Sombra, pág 282

Vestuário é um preceito de suma importância, simboliza a justiça de Cristo que será acrescida aos fiéis, não podemos negligenciar este preceito de vital importância para a vida da igreja de Deus. Observe os ensinos da palavra inspirada: "Do mesmo modo as mulheres se ataviam em traje honesto, com pudor e modéstia, não com tranças, ou com ouro, ou pérolas, ou vestidos custosos, mas como convém as mulheres que fazem profissão de servir a Deus" I Timóteo 2:9-10. A razão das Escrituras proibirem adornos desnecessários e ídolos nos vestuários, não é unicamente proibindo o amor às modas, mas, máxime porque representam a natureza divina de Cristo, portanto, não podem ser contaminadas por enfeites, estampas, rendas, joias, adornos de prata, ouro, bijuterias ou qualquer outro ídolo, estas coisas ofuscam o símbolo da natureza divina de Cristo, e o cristão passa a admirar a beleza da veste artificial perdendo o objeto, do verdadeiro significado. Para receber a natureza divina perdida por Adão, os fiéis precisam se vestir como os santos do passado, nos ditos das Escrituras, como convém as mulheres que fazem profissão de servir a Deus, que eram sabedoras desta verdade.

Para aqueles de coração endurecido, um conselho do Senhor. "Não saia da vossa boca nenhuma palavra que cause destruição, mas somente a que seja útil para a edificação, de acordo com a necessidade, a fim de que comunique graça aos que a ouvem. E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, com o qual fostes selados para o dia da redenção. Toda amargura, cólera, ira, gritaria e blasfêmia sejam eliminadas do meio de vós, bem como toda a maldade" Efésios 4:29-33. "Homens duros de entendimento e incircuncisos de coração e de ouvidos, vós sempre resistis ao Espírito Santo. Da mesma forma como agiram vossos pais, assim vós fazeis também" Atos 7:51. Aqueles que não atentam para os conselhos de Deus e resistem sempre ao Espírito Santo e a verdade, que gostam de desculpar-se alegando que Cristo quer apenas o coração, e alimentam a mesma dureza de coração em outros irmãos, resistindo obedecer a doutrina de Cristo; as sagradas Escrituras os repreende severamente: "Raça de víboras, como podem vocês, que são maus, dizer coisas boas? Pois a boca fala do que está cheio o coração" Mateus 12:34. Esta é uma verdade contundente, a boca fala com os frutos da natureza divina ou pecaminosa, se o coração está preenchido pela natureza divina ela vai amar a Deus e obedecer todos os seus mandamentos e preceitos com alegria, brilhos nos olhos e amor, de outro lado, se o coração está cheio da natureza pecaminosa, não importa se professa religião, vai sempre resistir e se voltar contra o Espírito Santo e a verdade, denegrindo a doutrina, os Mandamentos e preceitos de Deus, ou aceitar os que lhe convém e rejeitar os que aborrece pelo fruto da natureza rebelde pecaminosa, até os que eles dizem aceitar, não é por amor, mas, por mera conveniência, estão sempre buscando desculpas para não obedecer. O que tiramos do coração de bom ou de mal, depende de qual natureza nos move, se é um homem bom. "O homem bom tira coisas boas do bom tesouro que está em seu coração, e o homem mau tira coisas más do mal que está em seu coração, porque a sua boca fala do que está cheio o coração" Lucas 6:45.

A disposição para nos vestir de acordo com a Palavra de Deus, reconhecer que o vestuário é sagrado, símbolo da natureza divina de Cristo depende do recebimento de uma porção da natureza divina de Cristo, foi permitido que ele imputasse do seu Espírito naquele cristão. Ao passo que, aqueles que escolhem se vestir segundo as modas, ornamentos e ídolos, não tem vínculo com Cristo é movido pela natureza rebelde pecaminosas (justiça própria). A irmã White também expressa esta verdade em seus ensinamentos, mostrando duas classe de pessoas e suas preferências na maneira de vestir, onde ela aconselha os cristãos a evitar enfeites exteriores e buscar se vestir com a justiça de Cristo para seu nome não ser riscado do livro da vida, ensinando que o traje representa a justiça de Cristo:

Queridos jovens, vossa disposição para vestir-vos conforme a moda, usando, para satisfazer a vaidade, rendas, ouro e coisas artificiais, não recomenda aos outros a religião nem a verdade que professais. As pessoas discretas considerarão vosso desejo de enfeitardes o exterior como prova de que possuís mente débil e coração vaidoso.
Há um traje que toda criança e jovem pode inocentemente procurar obter: a justiça dos santos. Se eles tão-somente desejarem e forem perseverantes em obtê-lo como o são em confeccionar suas roupas segundo as normas da sociedade mundana, bem cedo serão vestidos da justiça de Cristo, e seu nome não será riscado do livro da vida.
Ellen G. White, Conselhos para a Igreja, pág 189

Os que escolherem encher o coração da rebelde natureza pecaminosa ou justiça própria, alimentando seus desejos pecaminosos, não tem a justiça de Cristo, como diz Jeremias 23:6 O Senhor justiça nossa, quem desejar buscar a justiça do altíssimo, conservará seu nome no livro da vida, e quem não quiser, o Senhor adverte: "De mim se dirá: Tão somente no Senhor há justiça e força; até ele virão, mas serão envergonhados todos os que se irritarem contra ele" Isaías 45:24.

De forma clara e límpida as Escrituras nos ensina que só existe justiça no Senhor, nós não temos justiça, ficarão envergonhados no dia do juízo aqueles que rejeitarem a Justiça de Cristo, O Senhor Justiça Nossa, significa que não temos justiça ou natureza divina, nada de bom pode brotar em nosso coração, Jesus é a nossa justiça, só ele pode encher nosso coração de bondade, amor e obediência, nos elevando até a santidade da lei para obedecê-la por amor, ele quer nos apresentar ao Pai vestidos com a justiça do seu caráter, este convite é para todos.

Qualquer que tenha sido vossa vida passada, por mais desanimadoras que sejam vossas circunstâncias presentes, se fordes a Jesus exatamente como sois, fracos, incapazes e em desespero, nosso compassivo Salvador irá grande distância ao vosso encontro, e em torno de vós lançará os braços de amor e as vestes de Sua justiça. Ele nos apresenta ao Pai, trajados nas vestes brancas de seu próprio caráter.
Ellen G. White, O Maior Discurso Cristo, pág 9

Para recebermos a natureza divina, cujo símbolo é o vestuário, primeiramente precisamos aprender a confiar e depender de Cristo, admitir que não temos justiça, que toda a nossa bondade é trapo de imundície. A veste branca é o próprio caráter de Cristo estampado em nosso coração. O preceito do vestuário representa as vestes de Cristo, sua justiça, por isso não podemos nos vestir de forma indecorosa, com adornos, enfeites, modas, roupas curtas, mangas arregaçadas, sujas ou rasgadas.

Que as roupas sejam adequadas e decentes. Ainda que seja apenas uma chita de vinte ou trinta cruzeiros, deve estar limpa e bem asseada.
Ellen G. White, 1988, Orientação da Criança, pág 419

Seria uma grotesca irreverência nos apresentar diante de Deus, ou representá-lo com roupas inadequadas, fugindo do padrão exigido pelo Altíssimo, ademais, seria um sacrifício defeituoso, da representação da natureza divina de Cristo, portanto, rejeitado por Deus, "E, quando alguém oferecer sacrifício pacífico ao SENHOR, separando das vacas ou das ovelhas um voto ou oferta voluntária, sem mancha será, para que seja aceito; nenhum defeito haverá nele" Levítico 22:21. Não podemos misturar a natureza divina de Cristo com essas contaminações. Destarte, os arrazoados nos compelem a obtermos a natureza divina de Cristo para conservarmos nosso nome no livro da vida. Observe os ensinos extraídos das passagens do profeta Zacarias (capítulo 03) entre Josué e o anjo. "Josué, vestido de vestes sujas, estava diante do anjo. Então respondeu, aos que estavam diante dele, dizendo: Tirai-lhe estas vestes sujas. E a Josué disse: Eis que tenho feito com que passe de ti a tua iniquidade, e te vestirei de vestes finas" Zacarias 3:3-4. Satanás está pronto para acusar e reivindicar os santos como seus súditos, por conta de nossas fraquezas, frutos da natureza pecaminosa, não temos justiça, por isso precisamos com premência da justiça de Cristo, o Senhor Justiça Nossa. "E ele mostrou-me o sumo sacerdote Josué, o qual estava diante do anjo do SENHOR, e Satanás estava à sua mão direita, para se lhe opor" Zacarias 3:1. Josué representa Cristo intercedendo em nosso favor, querendo remover a sujeira de nossa justiça própria nos cobrindo com a natureza divina do seu caráter, inibindo as acusações e reivindicações de Satanás que aponta as vestes imundas, a sujeira de nossa natureza pecaminosa.

A visão de Zacarias, relativa a Josué e ao Anjo, aplica-se com força particular à experiência do povo de Deus no remate do grande dia da expiação. A igreja remanescente será levada a grande prova e aflição.
Sua única esperança está na misericórdia de Deus, sua única defesa será a oração. O tentador está ao seu lado para os acusar, como esteve ao lado de Josué, para lhe resistir. Aponta às suas vestes imundas, seu caráter defeituoso.
Ellen G. White, Conselhos para a Igreja, pág 361

Vestuário é símbolo da natureza divina, no entanto, este texto de forma explicita, nos mostra que vestuário pode ser símbolo de natureza pecaminosa, quando confiamos em nossa própria justiça, ou seja, nossa capacidade para obedecer, estaremos vestido de lã, despido da justiça de Cristo, mesmo pensando que estamos obedecendo, na verdade estamos em desconformidade com sua doutrina, em plena desobediência da lei, dos Estatutos e Preceitos de Deus, por falta de capacidade em amar e obedecer sem a justiça ou natureza divina de Cristo, por isso Satanás está acusando a igreja, no grande dia antítipo da Expiação. O grande enganador está apontando a imundície da justiça própria, Satanás sabe que é impossível a igreja sair vitoriosa no Juízo de Investigação (expiação) despida da natureza divina de Cristo. E quem não é de Deus é dele. No momento de aflição é preciso retirar a sujeira da justiça própria para nos vestir de linho, ou, justiça eterna de Cristo para eternidade.

Ao afligir o povo de Deus seu coração perante Ele, suplicando pureza de caráter, é dada a ordem: “Tirai-lhes os vestidos sujos”, e proferem-se as palavras animadoras: “Eis que tenho feito com que passe de ti a tua iniquidade, e te vestirei de vestidos novos”. Zacarias 3:4. As imaculadas vestes da justiça de Cristo são colocadas sobre os provados, tentados mas fiéis filhos de Deus. Os desprezados remanescentes são vestidos de vestes gloriosas, que nunca mais serão manchadas pelas corrupções do mundo.
Ellen G. White, Conselhos para a Igreja, pág 362

Cristo vai remover nossas vestes sujas, o pecado, fruto da natureza pecaminosa (pecado original), trapo de imundície, por sua imaculada veste de justiça, a veste de gloria que Adão perdeu. Ademais, nenhum preceito de Deus é ordenado em vão, todos eles têm uma finalidade. O vestuário tem por objetivo representar a natureza divina de Cristo e outrossim, servir de barreira contra as modas do mundo, evitando macular o símbolo da veste de Cristo.

Ademais, não podemos olvidar que os preceitos de Deus não foram dados em vão, mas, cada preceito tem sua função, protegendo a igreja como barreiras de contenção contra as corruptoras influências do mundo e para que a igreja encontre na obediência de cada preceito à vida. É este o ensinamento que extraímos das Escrituras: "E disse-lhes: Aplicai os vossos corações a todas as palavras que eu hoje vos testifico, para que recomendeis a vossos filhos que guardem e pratiquem e cumpram todas as coisas que estão escritas nesta lei; porque não foi em vão que vos foram preceituadas, mas para que cada um de vós ache nelas a vida, e, pondo-as em prática, moreis por longo tempo na terra que, passado o Jordão ides possuir" Deuteronômio 32:46-47.

O preceito do vestuário em particular, tem o desiderato de proteger o povo de Deus. "E fazer diferença entre o santo e o profano e entre o imundo e o limpo, E para ensinar aos filhos de Israel todos os estatutos que o SENHOR lhes tem falado por meio de Moisés" Levítico 10:10-11. Ministros, Pastores e dirigentes da igreja de Deus, estão no papel dos sacerdotes e tem uma missão: "Estes homens consagrados orientarão meu povo a distinguir entre o santo e o profano, e lhe ensinarão a discernir entre o que é puro e o que é impuro" Ezequiel 44:23. Vislumbra-se que o texto da lavra da irmã White, complementa a finalidade do preceito do vestuário, porque ele foi introduzido no acervo de doutrinas da igreja:

Para proteger o povo de Deus da corruptora influência do mundo, bem como para promover a saúde física e moral, foi a reforma do vestuário introduzida entre nós. Não foi ela planejada para ser um jugo de escravidão, mas uma bênção; não para aumentar o trabalho, senão para poupar trabalho; para poupar gastos, e não para acrescentar gasto com vestuário. Faria distinção entre o povo de Deus e o mundo, e dessa forma serviria de barreira contra suas modas e loucuras.
Ellen G. White, Conselhos Sobre Saúde, pág 598

No entanto existem irmãos e irmãs que resistem ou se envergonham de serem diferentes do mundo, não levam a sério a importância deste preceito, se filiando a classe que rejeita a cruz de Cristo.

A reforma do vestuário é tratada por alguns com grande indiferença e por outros com desprezo, porque há uma cruz ligada à mesma. Por esta cruz dou graças a Deus. É justamente aquilo que precisamos para distinguir e separar do mundo o povo de Deus que guarda os mandamentos. A reforma do vestuário funciona para nós como o cordão azul para o antigo Israel.
Ellen G. White, Testemunhos para a Igreja 3, pág 171

Esqueceram que o vestuário deve falar em favor de Deus, cometem um erro fatal acreditando que se vestindo igual aos mundanos vão ganhar os mundanos:

Muitos se vestem como o mundo, a fim de exercerem influência sobre os incrédulos; nisto, porém, cometem lamentável erro. Caso eles queiram ter influência real e salvadora, vivam segundo sua profissão de fé, mostrem essa fé pelas obras de justiça, e tornem distinta a diferença entre o cristão e o mundano. As palavras, o vestuário, as ações, devem falar em favor de Deus.
Ellen G. White, Testemunhos Seletos 1, pág 594

A reverência, máxime, em matéria de vestuário é um assunto exaustivamente abordado na igreja, por sua importância e significado, observe as recomendações divinas. "Observar o vosso honesto comportamento cheio de temor. Não seja o adorno da esposa o que é exterior, como frisado dos cabelos, adereços de ouro, aparato de vestuário" I Pedro 3:2-3. Embora este preceito e os demais não devam ser observados apenas quando vamos para igreja, o Senhor é incisivo em exigir que no momento de adoração na igreja, o seu povo deve delegar um especial cuidado com este preceito:

Todos devem ser ensinados a trajar-se com asseio e decência, sem, porém, se esmerarem no adorno exterior que é impróprio para o santuário. Não deve haver ostentação de vestuário, pois isso provoca irreverência.
Deve-se cuidar estritamente de toda a questão do vestuário, seguindo à risca as prescrições bíblicas; a moda é uma deusa que impera no mundo, e não raro se insinua também na igreja. A igreja deve também a este respeito fazer da Bíblia sua norma de vida, e os pais fariam bem em meditar seriamente neste assunto.
Ellen G. White, Conselhos para a Igreja, pág 258

Se apresentar na igreja perante o Soberano do Universo com tarjes indecorosos que não representa a justiça de Cristo é uma abominação, portanto, não devem subir no púlpito para orar, pregar, tocar ou cantar, por ser um ato explícito de irreverência, que certamente receberá a visitação do Todo Poderoso, por esta razão vale observar o conselho da serva do Senhor, quando diz:

Tenho visto em alguns de vós um amor pelo vestuário e a exibição que me tem entristecido. Tenho visto tanta vaidade no trajar em alguns que têm sido bem instruídos, que têm desfrutado os privilégios religiosos desde o berço, e que se têm revestido de Cristo mediante o batismo, professando assim estar mortos para o mundo; tenho visto uma vaidade no vestuário e leveza de conduta, que tem ofendido ao querido Salvador, sendo ao mesmo tempo uma vergonha para a causa de Deus. Tenho observado com dor vosso declínio religioso, e vossa inclinação a enfeitar e adornar vosso vestuário. Alguns têm sido bastante infelizes para chegar a possuir correntes ou alfinetes de ouro, ou ambas as coisas, e têm mostrado o mau gosto de exibi-los.
Ellen G. White, Testemunhos Seletos 1, 1984, pág 351

Posso perfeitamente complementar, que algumas irmãs tem se comportado de modo infeliz em postar fotos com vestes curtas, pinturas nos lábios e olhos, em redes sociais, Internet, testemunhando para o mundo ver sua profissão de fé, são fotos indecorosas que não estão em conformidade com nossa fé, atraindo a atenção para si e não para Cristo, fornecendo motivos para o inimigo apontar as vestes sujas do caráter, escarnecer e desmoralizar a Igreja, portanto:

Há sobre nós, como um povo, um terrível pecado — termos permitido que os membros de nossa igreja se vistam de maneira incoerente com sua fé. Cumpre erguer-nos imediatamente, e fechar a porta contra as seduções da moda. A menos que isso façamos, nossas igrejas se tornarão desmoralizadas.
Ellen G. White, Testemunhos Seletos 1, 1984, pág 600

É exatamente isso que acontece! A igreja fica desmoralizada perante o mundo, Satanás fica radiante e aponta a sujeira das vestes, da natureza pecaminosa e ridiculariza a igreja perante o mundo, acusando-a perante o Criador como achada em falta.
Portanto, que nossas irmãs façam seus vestidos de acordo com a norma, e busquem em Cristo sua natureza para vestirem-se com alegria e prazer em ser diferente do mundo, rompendo com a moda corruptora, evitando ofender ao Senhor com tamanha irreverência, sigam os conselhos da serva do Senhor:

Acautelamos nossas irmãs em Cristo contra a tendência de fazerem seus vestidos de acordo com os estilos mundanos, atraindo assim a atenção. A casa de Deus é profanada pelo vestuário de mulheres professamente cristãs, hoje em dia. O vestuário extravagante, a exibição de correntes de ouro e rendas aparatosas, é uma clara indicação de cabeça fraca e coração orgulhoso.
Ellen G. White, Mensagens Escolhidas 3, pág 244

Não podemos usar vestes compridas na igreja e curtas fora da igreja. Deus desceu a pormenores, em questão do vestuário de seus fiéis servos que exerciam oficio no santuário, este é mais um motivo que proíbe qualquer irmão ou irmã, tomar parte no púlpito com testemunho, tocar ou cantar sem estar de acordo com os preceitos doutrinários, o Senhor sabe a importância do símbolo e o que ele representa, por isso as vestes eram sagradas e simbólicas.

No serviço do tabernáculo, Deus desceu a pormenores também no tocante ao vestuário dos que deviam oficiar perante Ele. Com isto nos ensinou que tem Suas preferências também quanto à roupa dos que O servem. Prescrições minuciosas foram por Ele dadas em relação à roupa de Arão, por ser esta simbólica. Do mesmo modo as roupas dos seguidores de Cristo devem ser simbólicas, pois que lhes compete representar a Cristo em tudo.
Ellen G. White, Testemunhos Seletos 2, 1985, pág 394

Em tempos passados, a Igreja e o mundo gozavam de mais pudor e respeito pela Palavra de Deus, mesmo assim, o Criador definiu normas acerca do vestuário de seu povo. Nestes últimos dias de corrupção e flagante amor à moda, o que o Senhor tem a dizer para sua Igreja?

Se Deus deu direções assim definidas ao Seu povo da antiguidade, acerca de seu vestuário, não tomará Ele conhecimento do vestuário de Seu povo na atualidade? Não deveria haver em seu vestuário uma diferenciação do vestuário do mundo? Não deveria o povo de Deus, que é Seu tesouro peculiar, procurar mesmo no vestuário glorificar a Deus? E não deveriam eles ser exemplo na questão do vestuário, e por seu estilo simples reprovar o orgulho, a vaidade e extravagância dos que professam a verdade mas são mundanos e amantes de prazeres? Deus isto requer do Seu povo.
Ellen G. White, Testemunhos Seletos 2, 1985, pág 474

Hoje, as vestes daqueles que representam Jesus em tudo, também são sagradas, simbolizam sua justiça. A igreja que se envergonha deste preceito está negando ou rejeitando a justiça de Cristo. Arão recebeu vestes sagradas para oficiar no tabernáculo, ao passo que o povo recebeu leis acerca das borlas azuis em suas vestes para que vendo lembrassem dos mandamentos do Senhor: "Fizeram também de estofo azul, púrpura e carmesim as vestes, finamente tecidas, para ministrar no santuário, e também fizeram as vestes sagradas para Arão, como o Senhor ordenara a Moisés" Êxodo 39:1.

O preceito do vestuário é importante, razão pela qual Deus ordena aos batizando uma reforma em matéria de vestuário, como também, a todos os crentes ao entrarem em sua presença nas reuniões:

Um ponto sobre o qual cumpre instruir os que abraçam a fé é o vestuário — assunto que deve ser cuidadosamente considerado da parte dos recém-conversos. Revelam vaidade no tocante à roupa? Acariciam o orgulho de coração? A idolatria praticada em matéria de vestuário é enfermidade moral; não deve ser introduzida na nova vida. Na maioria dos casos a submissão às reivindicações do evangelho requer uma mudança decisiva em matéria de vestuário.
Ellen G. White, Testemunhos Seletos 2, 1985, pág 393

O Senhor não aceita o Batismo, sem que o candidato esteja em perfeita harmonia com todos os Mandamentos e Preceitos de sua Igreja, em especial o vestuário, não pode entrar na nova vida com vestes estrangeiras da justiça própria: "No dia do sacrifício do Senhor, hei de castigar os oficiais, e os filhos do rei, e todos os que trajam vestiduras estrangeiras" Sofonias 1:8.

Mas, será lançado fora, Deus não suporta a natureza pecaminosa, veja o que Jesus perguntará para aqueles que rejeitarem as vestes nupciais de sua natureza divina: "E lhe perguntou: Amigo, como você entrou aqui sem veste nupcial? O homem emudeceu. Então o rei disse aos que serviam: Amarrem-lhe as mãos e os pés, e lancem-no para fora, nas trevas; ali haverá choro e ranger de dentes. Pois muitos são chamados, mas poucos são escolhidos" Mateus 22:12-14.

Batismo significa sepultamento de pecados, quando o candidato desce as águas, está sepultando todos os pecados, morre o homem velho e ressurge com Cristo novo homem, ressuscitado com a justiça de Cristo, uma nova criatura, nasceu de novo da água (o batismo), e do Espírito, a natureza divina de Cristo, imputando amor divino no coração para obedecer a todos os ditames do Criador. Em conversa com Nicodemos: "Jesus respondeu, e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus. Disse-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura, tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer? Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus " João 3:3-5.



Pastor: Walber Rodrigues Belo


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